sexta-feira, 8 de maio de 2020

A causa é muito nobre...vamos ajudar?"


Se eu puder ajudar alguém a seguir adiante, alegrar alguém com uma canção, mostrar o caminho certo, cumprir meu dever como cristão que é divulgar a mensagem que  Cristo deixou, então minha vida não terá sido em vão.  
(Do último discurso de Martin Luther King)


Por favor, se possível, leia até o fim e depois, veja as outras imagens...
O que eu sinto e minhas prioridades são diferentes das suas...
O que realmente vale, é simplesmente ajudar!!!
Minha eterna gratidão!!!

🙏🏼💓✨ Desde que iniciei as ações do meu projeto "Éli de bem com a vida", tornou-se rara a semana que não recebi um pedido de ajuda, dos mais diversos tipos...
Com a PANDEMIA e consequente quarentena, não recebi mais um pedido, semanalmente...recebo vários por dia!!
Quisera eu, que os recursos financeiros existissem por aqui, de forma abundante; necessidades como a que compartilho com vc, já estariam resolvidas...😔😏

Aos oito meses de idade, Marina foi diagnosticada com A.M.E. (Atrofia Muscular Espinhal). É uma doença rara, degenerativa, passada de pais para filhos e que interfere na capacidade do corpo de produzir uma proteína essencial para a sobrevivência dos neurônios motores, responsáveis pelos gestos voluntários, vitais do corpo: como respirar, engolir e se mover.
Falta pouco para a Marina completar 24 meses (Tempo limite para o tratamento)
Eu e você podemos mudar isso..nem que seja divulgando!

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Eu não sei, aliás, eu não entendi,  qual é a métrica utilizada para a palavra " merecimento".. Eu já me percebi, merecedora de várias situações, em minha vida: não fui uma criança que cresceu na rua... fui aceita em adoção; não tive problemas com drogas ou prostituição...tive referências boas em minha educação; não precisei fazer QQ esforço para engravidar. .fui abençoada em três gravidez...etc... etc...etc . 
Mas, não fui ainda, abençoada pela fortuna monetária, pela ausência da conta de menos, mensalmente🤷🏽‍♀️😏
Mas quem seriam os verdadeiros milionários, hoje: os que têm muitos bens físicos e vários dígitos nas contas bancárias...ou, os que verdadeiramente se solidarizam com quem está necessitando, SÓ POR HOJE, o básico para sobreviver?!?🤔 Eu já sei que tenho uma missão de vida: fazer a diferença na vida das pessoas, que passarem pelo meu caminho!! Talvez, eu até possa ajudar sozinha, em algumas situações...e não precise de ninguém!!!

Mas, com a necessidade que esta criança tem, com o custo de um medicamento tão caro assim, eu preciso partilhar com vcs...
E que seja do merecimento dela, ser abençoada por Deus e receber o valor suficiente, em doação,  para promover sua cura e ter uma vida longa e muito feliz!
Muita luz em seu caminho, Marina!!!

✨Élide Soul✨

@cureamarina

segunda-feira, 4 de maio de 2020

Qualquer semelhança não é mera coincidência......

Figurante, coadjuvante ou protagonista?!?

Olá pessoas lindas do meu coração!!!
Espero que tudo esteja bem com vocês!!!
Este texto foi postado, quando estava no início do  meu tratamento quimioterápico, em abril de 2014.
Tudo acabou muito bem; estou aqui, muito produtiva e com minha saúde, em pleno vigor!!!
Mas tem certos textos, que se tornam muito atuais... principalmente quando o leitor, consegue nos entender nas entrelinhas....
Será que é o seu caso ou de alguém que você conheça?!?
Uma produtiva semana para todos nós, com dias de luz e toda a proteção do Alto....
O planeta necessita disso..

E, qualquer semelhança, com o momento de PANDEMIA, que vivenciamos, não é mera coincidência...😏🤷🏽‍♀️

"Tem certos momentos, da vida da gente, que não nos resta outra opção, a não ser, nos entregarmos aos acontecimentos...
Como se não estivéssemos mais no controle do leme deste barco, intitulado VIDA!
A impressão que passamos a ter é que somos meros atores coadjuvantes...e olhe lá se não formos simples figurantes...
Passamos a não ter mais o poder de decisão na íntegra dos momentos vividos ...e o maior desejo, em tais momentos, é simplesmente recuperar o posto de protagonista!
Estamos tão acostumados a viver intensamente cada momento que, nem paramos para pensar, que tal situação possa vir um dia, a fazer parte de nossas vidas.
Mas ela pode chegar... como jáaconteceu na minha, no tratamento oncológico..e está acontecendo, na vida de todos nós...nesta PANDEMIA.
Me lembro ter  comentado:

'Já já, daqui algumas horas, mais uma sessão de quimioterapia;  jamais imaginei que isso pudesse fazer parte dos meus dias...
Do segundo ao décimo segundo dia, da quimioterapia, me sentia como se estivesse chipada, ou seja, que alguém havia introduzido um chip em mim e que eu havia perdido totalmente o controle do meu corpo... como se eu tivesse me perdido de mim mesma!l..
Não sabia mais quem eu era, onde eu havia ido parar e confesso: tive muito medo de não mais me reencontrar  por inteira!
Cheguei até a pensar, em desistir do tal tratamento...e fui até meu médico, dizer que eu estava decidida a desistir em 99%; que ele tinha 1% para me convencer...e isso aconteceu logo apósos efeitos colateraisda primeira sessão...
Mas quando a gente fala com o coração, mas em conexão com o Alto, se estivermos totalmente receptivos, as respostas vem e, de mãos dadas com ela, a melhor opção a ser tomada!
E comigo não foi diferente: naquele exato momento, em que conversava com o médico, senti em meu coração um pulsar mais forte e uma voz que me dizia:
'Não desista agora, estamos com você!'
Tudo vai ficar bem.... força, fé...foco!
'Olha devagar para cada coisa...'
'Aceita o desafio de ver o que a multidão não viu...'
'Em cascalhos disformes e estranhos, diamantes sobrevivem solitários...'
(Livro: Quem me roubou de mim?  - Fábio de Melo)

Qualquer semelhança com o que estamos passando, em relação`a PANDEMIA do coronavirus e necessária quarentena, não é mera coincidência; só uma questão de ótica...🤷🏽‍♀️🤔

Mas, nada como um dia atrás do outro...e com muita  fé e paciência, conexão com a luz do Alto🙏🏼✨😉 Os vários episódios de tristeza, medo e desespero do como me percebia, naqueles treze dias, o 14º dia finalmente chegava....
E não pensava duas vezes: ao invés de olhar somente para trás, eu optava olhar para frente e tentar, da melhor forma possível, deixar o que havia passado naqueles dias inéditos da minha vida...só me conectava com os detalhes, caso fosse necessário, para a minha superação!
E então, eu conseguia aquietar a minha alma e olhava para trás... percebendo o que realmente havia acontecido comigo... calmamente!

E aos poucos, fui me dando conta: quantos alimentos eu não valorizava?
Quantos sabores eu ignorava? Quantas vezes, eu até os desperdiçava?
E como, naquele momento, eu sentia falta do que havia alí, disponível, e o meu corpo não aceitava?!?😏😔
Quantas vezes, reclamei do ir e vir, do transporte lotado?
Da chuva para levantar da cama? Do chefe intransigente, do trabalho massante, do dia estressante?
E eu alí...sem poder ir e vir, em muitos momentos, de um cômodo para outro em meu apartamento?

Qualquer semelhança, não é mera coincidência...

Quantas vezes, eu reclamava do armário vazio, quando na verdade sempre esteve cheio.... de sapatos desatualizados, de acessórios ultrapassados... da falta do perfume preferido?!?
.... e agora com tantas roupas, sapatos e até mesmo acessórios, o meu corpo não precisava de nada disso, pois o desconforto era tão grande que um simples pijama surrado era suficiente para o meu repouso...
E quanto tempo eu passei, em minha vida, querendo um corpo perfeito, silhueta invejável, tom de pele da 'cor do pecado', cremes hidratantes, depilação...e tanto mais.... e agora, nem dançar eu podia naqueles dias; a retenção de líquidos e os corticóides aumentaram o meu corpo em mais de 7 quilos... e os perfumes escolhidos a dedo, me nauseavam de um tanto, que não podia nem imaginá-los!

Qualquer semelhança, não é mera coincidência...

E para terminar....quantas vezes reclamei do tom do cabelo, do corte, da cor, do comprimento?!? .. Tem volume demais.... tá caindo demais... tá ressecado...sem brilho .... sempre alguma insatisfação.....

E naquele exato momento, meu cabelo praticamente se foi.... de forma assustadora e, para mim, inimaginável!

Estamos tendo a oportunidade de entender que, tudo nos impacta, fortemente, apenas no momento da chegada do novo....
Nos cabe,  sempre, descobrir o outro lado da moeda;  ele sempre existirá!!!
E na batalha, a paz interior é o que ameniza a dor...
Precisamos, nestes momentos,  dar um "colo" para nossa criança interior, que vira e mexe tem medo. E aí, voilá...a alegria ressurge das cinzas e coisas prá lá de especiais, começam a acontecer!
E a transformação, a aceitação será apenas, questão de tempo... Um tempo muito curto, eu diria!😉
Assim que sempre deve ser..aqui e aí também: um ressurgir das cinzas!

..e sigo dizendo: qualquer semelhança, com este momento de PANDEMIA do coronavirus, não é mera coincidência!!!"
😏😔😉🙏🏼✨

quinta-feira, 30 de abril de 2020

Na superação de limites, o combustível foi a dança!!!!

NO DIA DA DANÇA, UMA CRÔNICA DA VIDA REAL...

Não sei que sintonia era esta, mas a música sempre era a melhor das linguagens.
E ela não tinha preferências enquanto pequena: gostava de cantar, dançar ou simplesmente escutar a música.
Se encantava com cada acorde e sempre prestava atenção em cada som, em cada compasso.
Tá certo que, através da dança, ela se sentia com a liberdade de uma borboleta....e não se importava com quem a olhasse; afinal, era criança e a expressão corporal ainda era vista com inocência.
Não havia a sensualidade das danças atuais, como o funk por exemplo; era simplesmente dança e pronto. E ela não perdia uma só oportunidade de se expressar através da música.
Seus pais comentavam, que quando viajavam de trem, para  o interior do estado onde moravam seus familiares, sua maior alegria era perceber alguém que estivesse com um violão à tiracolo pois teria certeza de que a musica estaria presente.
E ela sempre se rendia à música; cantando ou dançando, sempre despertava a atenção de todos; era uma criança feliz, com um sorriso encantador: aberto...franco....inocente....uma borboletinha dançarina...
Junto às suas primas no interior do estado, ela era um misto de alegria e criatividade, pois prestava atenção à cada coreografia que a televisão lhe mostrava e sempre chegava com novidades  da capital, tornando-se o centro das atenções dos que queriam aprender a dançar daquele jeitinho.
E como era filha única, sempre reunia os vizinhos em casa para coreografá-los e, na primeira oportunidade, convidava as famílias para assistir a apresentação teatral. Ela adorava produções pois sua imaginação sempre corria solta....
Muitos diziam que ela era uma sonhadora...
Que bom... com o passar dos anos, foram exatamente estes sonhos que alimentaram qualquer linha tênue entre uma dura realidade e o que a sua alma mais desejava...mesmo não tendo a possibilidade de realizar, vivenciar....
E os anos se passaram, e  esta afinidade com a musicalidade nunca se perdeu; muito pelo contrário: sempre encontrou um tempo para se entregar à sua maior paixão.... a dança.
Se tornou adulta, e dançava...
Se tornou mãe...e continuou dançando....só parou de se apresentar, porque o seu marido era muito ciumento e não conseguia entender essa sua ligação com a musica, sem malícia alguma...apenas paixão!!!
E mesmo assim  a paixão pela dança nunca deixou de existir...
E ela sempre dava um jeitinho de dançar, nem que fosse em brincadeira com seus filhos, no clube, na academia....mas a alma dela necessitava dançar!!!
E até teve uma menina, de tanto que sonhava em continuar na dança, através da filha....
E conseguiu: sua filha respirava música e dança, desde pequena...como ela....
E outros tantos anos se passaram, o casamento acabou, os filhos cresceram e a primeira opção feita foi voltar para a dança, enfim, soltar sua alma que há tanto tempo se sentia tão presa.
E com filhos bem maiores, por alguns anos, esta foi a sua prioridade: dançava, dançava e dançava.
Conhecendo pessoas diferentes, teve a oportunidade de aprender novos ritmos e realmente ser reverenciada pelas pistas por onde passasse. Neste momento sua paixão passou a ser a dança de salão....
Pensavam até que ela vivia da dança.....mas a dança que a fazia se sentir viva!...e ela se sentia muito orgulhosa...era o alimento que a sua lama necessitava...o combustível para dias não mais tão fáceis de serem vividos....
É claro que a vida havia mudado muito, novos compromissos e até mesmo uma nova postura, pois agora, por mais independente que se tornara, estava sozinha para se manter e a atuação profissional que, no passado era facultativa, agora se fazia necessária.
Infelizmente, por mais que tentasse administrar esta nova etapa da vida, as mágoas e marcas foram, à cada dia, se tornando mais presentes e uma depressão se instalou de forma contundente.
Toda aquela alegria, que para quem não olhasse nos detalhes, jamais perceberia ter sido diluída, já estava submersa em meio a tantas tristezas e lágrimas.... e não houve ninguém de fato que a percebesse necessitada de cuidados, de atenção e de proteção.
Não se animava mais, nem com a dança, nem com a música....
E aquele estado depressivo, a baixa autoestima e a total desconexão com a presença do amor e da cumplicidade em sua vida, a levou a sofreu um acidente: uma queda, que preferiu compará-la à um voo de uma borboleta dançarina, com partida há cinco metros de altura....
E o primeiro diagnóstico: paraplegia,  em função de uma fratura na coluna lombar.
Quatro dias desacordada em estado de choque em uma U.T.I, duas cirurgias, coluna lombar e tornozelo esquerdo totalmente refeito.... e cada vez mais a dança sendo vista apenas como uma distante lembrança.
Distante lembrança??? ....qualquer coisa, menos uma distante lembrança.....
Isso mesmo, aquele diagnóstico era da medicina e jamais dela; por que ela teria que aceitar isso como definitivo?
E por mais inédito que fosse para aquela borboletinha dançante estar 30 dias em um hospital, sem poder se mexer sozinha e de forma alguma sair da cama, a alegria que as lembranças lhe traziam à mente, foi o combustível que ela usou, internamente, para atingir a maior meta que teve em toda a sua vida: voltar a dançar!!!!
Isso mesmo, ela não se contentou quando o médico lhe disse que aos poucos voltaria a andar, com a ajuda de uma muleta ou mesmo bengala: ela retrucou afirmando que voltaria a dançar e de salto alto; só andar era muito pouco!!!!
É claro que a equipe médica não dava muita atenção aos comentários daquela mulher ousada.... mas para ela, fazia muito sentido!!!!
E realmente fez!!!!
Ela pensava: " quando entrou no centro cirúrgico, para a primeira cirurgia após o acidente, que seria da coluna lombar, o médico havia adiantado aos filhos que provavelmente, ao voltar da cirurgia, passaria um tempo sem sentir os membros inferiores (pernas).
Mas, quando acordou na U.T.I, horas após a cirurgia, o médico que estava ao seu lado, tocou uma das pernas e ela conseguiu perceber que a mão do médico estava muito fria.  
E claro que a sequência deste momento foi uma sequência de testes feitos pelo médico, que além de muito emocionado, não conseguia acreditar e entender o como aquela mulher estava sentindo suas mãos frias, pois foram retirados fragmentos da vértebra, na medula...e isso já era suficiente para não haver percepção dos membros inferiores. E era exatamente o contrário que estava acontecendo.
E, desde então, ela jamais se rendeu.
Não foi nada fácil passar quase seis meses em uma cama.
Chorou muito, passou dias e dias sozinha naquele quarto, com os cuidados alternados da mãe e dos filhos que proporcionavam tudo o que ela necessitava, além da enfermeira que a atendia diariamente, após ter recebido alta hospitalar.
O cabelo foi cortado para facilitar os cuidados de higienização; suas pernas atrofiaram a ponto de ficarem tão finas quanto seus braços; e ela só lembrava do prazer que sentia ao dançar...
E não deixava de seguir à risca o que os médicos a orientavam.
A fisioterapia passiva  começou na primeira semana após a cirurgia e o amor e a paciência daquelas profissionais eram imensos; era muito mais que profissionais, eram mensageiras do amor divino!
E como ela precisava se sentir amada.....
Até que chegou o momento de usar colete para reaprender a sentar, cadeira de rodas, reaprender a andar, muletas, bengalas e a rua enfim...fisioterapia diariamente, dentro e fora de casa.
Pelo  que havia passado, nunca reclamou efetivamente de dor; até neste ponto havia uma proteção divina.
E os fisioterapeutas que a acompanhavam, aproveitavam a sua paixão pela musica e dança, para introduzirem exercícios com base em passos de dança...e ela se sentia muito motivada desta forma...tinha até um exercício baseado na salsa....ehehe
E o tempo foi passando...e ela não cansava de questionar aos médicos, sobre sua volta às pistas de dança de salão....
Até que este dia chegou.... oito meses após seu acidente, foi liberada para voltar a dançar....e onze meses após aquele dia divisor de águas, exatamente no Natal, ela usou pela primeira vez, um sapato de salto alto...
Dá para imaginar a satisfação que esta borboletinha sentiu no primeiro momento em que pode dançar em uma pista de dança? Dançou bolero, forró...até mesmo pagode e zouk.....
E lá estava ela, com um pouquinho de desconforto na coluna e no pé esquerdo...mas em total conexão com sua alma, que vibrava à cada giro na pista....
A amiga que a acompanhava, estava muito tensa, pois temia pela recuperação de cirurgias tão delicadas.... mas ao ver a alegria da amiga na pista, se limitava a observar tamanha satisfação e prazer, no simples ato de dançar....
Está envolvida no desenvolvimento de um projeto que envolve a dança, mas ainda não o colocou em prática...
Mas o que realmente importa é que a dança jamais deixou de fazer parte de sua vida, muito pelo contrário: hoje, oito anos após aquele voo de cinco metros,  se tiver vontade, ela dança até mesmo sozinha e dentro de casa...
Mas agora a dança tem um outro significado em sua vida: não mais apenas a conexão com a alma, mas com a vida!!!!

Ela não sabe ao certo como explicar, mas descobriu uma força interna que todos nós temos e que está à nossa disposição para conquistarmos o que quer que seja em nossa vida...
Basta nos coligarmos ao canal interno chamado de força de vontade...e tudo se torna possível...só depende da nossa decisão e da nossa total entrega.
E ela segue assim....
Pode ser que esta força não se faça presente para tudo o que a vida vier  lhe cobrar...
Pode ser que em determinados momentos, que nem se lembre do quanto teve que ser forte, centrada e decidida para ter superado esta fase e ter voltado a dançar; entendendo-se que para  chegar à dança, houve todo um processo de reaprendizado, desde o simples sentar até mesmo o ficar em pé...
Imagine só reaprender a ter equilíbrio em uma salto alto...após ter o tornozelo fraturado e o calcâneo (calcanhar) refeito?!?
Mas o que realmente ficou de tudo isso, para esta "borboletinha dançarina", foi a descoberta e percepção desta força que se conectou internamente, para reencontrar com a maior das suas paixões e alcançar seu maior objetivo: dançar!!! 

"Os anos passaram depressa demais e eu já cheguei, espero, na metade desta minha jornada....
mas se depender de mim, e da força interna que acabei por descobrir, continuarei conectada,  com esta borboletinha dançante, que não me envelhece a alma, que não  me desconecta da alegria e do prazer eterno em dançar....
O corpo envelhecerá....mas as minhas recordações e prazeres que levo em minhas lembranças, jamais!!!!"






sexta-feira, 24 de abril de 2020

Brasil: qual o futuro da "nossa" democracia?!?


Eu nunca me interessei, de verdade, em manifestar minha opinião política; esse jogo de cartas marcadas e interesses pessoais.
Mas, em alguns momentos, não dá pra ficar calada...😔
Se tem um lado positivo deste momento em que passamos, é constatar o caráter de Sérgio Moro, incorruptível, até este momento presente!
Eu realmente admiro seres humanos deste calibre: abrem mão dos seus ideais futuros, em prol da fidelidade aos seus conceitos mais íntimos!
Da minha parte (salvo proporções), faço parte do time...e sei o quanto deve estar doendo internamente, para @sergiomoroo , ter que se posicionar desta forma. Quando abrimos mão do que acreditávamos e nos dedicavamos por inteiro, não só a rotina é quebrada mas, um parte de nós se vai também...
E, a partir do momento da ruptura, passamos a viver uma espécie de luto,  que dilacera a nossa alma!
Passamos a colocar em dúvida as escolhas feitas e, até mesmo, um processo de depressão poderá acontecer.
Em minha vida, já fiz esta opção, por algumas vezes, infelizmente. Não é uma decisão fácil de ser tomada...mas, muito pior é se "prostituir" frente aos nossos preceitos!
Estou muito triste...
Mas aplaudindo em pé, a decisão de @sergiomoros2
E claro, a partir de agora, muito mais do que antes,
muito preocupada com o futuro do nosso país...o futuro dos meus filhos e netas.... Sem mais letrinhas...momento de introspecção...
🙏🏽🙏🏽😔😢🇧🇷
Que Deus seja brasileiro e proteja o futuro de  todos nós!!
✨Élide Soul✨
@elidesoul

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Roupa Nova - A Paz


Roupa Nova - A Paz

É preciso pensar um pouco nas pessoas que ainda vêm? nas crianças.
A gente tem que arrumar um jeito de deixar pra eles um lugar melhor.
Para os nossos filhos e,
Para os filhos de nossos filhos. pense bem!

Deve haver um lugar dentro do seu coração
Onde a paz brilhe mais que uma lembrança
Sem a luz que ela traz já nem se consegue mais
Encontrar o caminho da esperança

Sinta, chega o tempo de enxugar o pranto dos homens
Se fazendo irmão e estendendo a mão

Só o amor, muda o que já se fez
E a força da paz junta todos outra vez
Venha, já é hora de acender a chama da vida
E fazer a terra inteira feliz

Se você for capaz de soltar a sua voz
Pelo ar, como prece de criança
Deve então começar outros vão te acompanhar
E cantar com harmonia e esperança

Deixe, que esse canto lave o pranto do mundo
Pra trazer perdão e dividir o pão.

Só o amor, muda o que já se fez
E a força da paz junta todos outra vez
Venha, já é hora de acender a chama da vida
E fazer a terra inteira feliz

Quanta dor e sofrimento em volta a gente ainda tem,
Pra manter a fé e o sonho dos que ainda vêm.
A lição pro futuro vem da alma e do coração,
Pra buscar a paz, não olhar pra trás, com amor.

Se você começar outros vão te acompanhar
E cantar com harmonia e esperança.

Deixe, que esse canto lave o pranto do mundo
Pra trazer perdão e dividir o pão.

Só o amor, muda o que já se fez
E a força da paz junta todos outra vez
Venha, já é hora de acender a chama da vida
E fazer a terra inteira feliz

Só o amor, muda o que já se fez
E a força da paz junta todos outra vez
Venha, já é hora de acender a chama da vida
E fazer a terra inteira feliz

Só o amor, muda o que já se fez
E a força da paz junta todos outra vez
Venha, já é hora de acender a chama da vida
E fazer a terra inteira feliz

Venha, já é hora de acender a chama da vida
E fazer a terra inteira feliz

Inteira feliz
Inteira feliz
Inteira feliz
Inteira feliz
Inteira feliz


quarta-feira, 15 de abril de 2020

Como é que a gente faz?!?....

Como é que a gente faz para espantar as energias negativas e o baixo astral quando eles resolvem se instalar em nossos dias?!?
Como é que a gente faz pra dar continuidade às atividades, mesmo sentindo o peito apertado?
Como é que a gente faz pra disfarçar e não deixar as pessoas perceberem que hoje não é um bom dia?!?
Como é que a gente faz pra não deixar a peteca cair e seguir em frente, da melhor forma possível?!?
Pois é...tem certos dias, que o dia amanhece assim: cinza dentro dos nossos corações!!!

Vontade de ficar quietinha, de pouco falar, de pouco fazer!!!!
Porque tem dias que o que nos resta mesmo, é respeitar este sentir, este desânimo e simplesmente deixar o dia passar, sem reagir....
Então.... pra não passar em branco e poder mudar isso, aconselho escutar músicas que nos tragam a sensação de "sabor de alegria", ver vídeos que nos inspirem e, principalmente, desfocar do que aperta o nosso coração.

Porque este é o único meio que eu conheço para colocar a tristeza e o desânimo de lado: desfocar...pensar em outra coisa...coisas que tragam alegria e paz para o coração!!!
E, no meu caso, o que realmente me faz desfocar, está ligado à musica!!!
E como a inspiração, prá não perder a oportunidade, escolhi o vídeo de um SER de luz que se foi há algum tempo, Jair Rodrigues...mas que deixou seu maior legado, o sorriso,  para que jamais esqueçamos o que realmente vale a pena nesta caminhada:  estar de bem com a vida...aconteça o que acontecer!!!!!
Hoje eu só quero que o dia termine bem!!!
Simples desejo 
(Jair Oliveira)
https://youtu.be/vqc5JCLcI6g

Sorria e acredite que o dia de amanhã será melhor!!!!

Um lindo dia de V.I.D.A. para todos nós!!!

quinta-feira, 9 de abril de 2020

A criança que você foi um dia, teria orgulho do adulto que você se tornou hoje?



Muita vezes, nos achamos imersos em determinadas situações de vida, que se repetem em nossa trajetória: sejam problemas familiares, relacionamentos pessoais, situações profissionais ou mesmo desestruturação financeira.
Quando me sinto novamente envolta em algo que tenho a impressão que já passei, eu sempre me questiono: O que ainda falta aprender desta lição de vida?
Tudo bem que não obtenho a resposta....porque acredito que a resposta, nunca venha em formato de frases, mas sim de percepção.
Eu explico melhor...
A nossa "vida" jamais vai nos trazer uma frase como resposta; mas, se estivermos conectados com a percepção dos acontecimentos, identificaremos, mas à frente e no tempo em que estivermos realmente preparados para esta pseudo "resposta", o porque das "coisas" não terem sido exatamente da forma que gostaríamos que tivesse sido...
E minha vida, digamos que já tive algumas destas respostas...como o porque de ter batido tanto em uma tecla e acabar por desistir de uma determinada situação, pois todos os caminhos que tentava trilhar, não se efetivavam de forma positiva.
E anos depois, eu voltava a pensar sobre tal situação e acabava por concluir: " Olha só porque tal coisa nunca deu certo... porque hoje (na data em questão), eu não estaria apta a administrar tal situação.
E por tudo isso, eu não acredito que tenhamos o total domínio das ações em nossa vida e muito menos dos caminhos que trilhamos.... por mais que tenhamos acesso ao livre arbítrio, algo me deixa a impressão de que temos uma missão a cumprir por aqui, que não estamos aqui simplesmente pelo acaso...e que, quando desviamos demais deste nosso caminho previamente determinado, que passamos a pagar um preço...muitas vezes tão alto, que seja exatamente esta repetição de situações para que aprendamos através das nossas maiores dificuldades....algo no caminho daquela frase: "Se não for pelo a mor, será pela dor...."
E então, poderemos nos fazer algumas perguntas, internamente, em silêncio, para tentarmos identificar se as situações se repetem em nossa vida:
  • Você se sente respeitada (o) e valorizada (o) por todos à sua volta?
  • Seus relacionamentos o faz sentir amada(o) e desejada(o)?
  • Sua relação com sua família é saudável?
  • Sua vida financeira é estável?
  • A realização e satisfação existe em sua vida profissional?
  • Você se ama e se aceita ao se olhar no espelho?
  • A criança que você foi um dia, teria orgulho do adulto que você se tornou hoje?
E tantas outras perguntas mais que poderiam ser feitas....
Mas eu prefiro ficar por aqui....
E apenas concluir:

Nao ha lugar para onde correr: as mudancas, quando precisam acontecer, sabem como nos encontrar!!!
Resultado de imagem para a infancia tem suas proprias maneiras de pensar